Produtores rurais incentivam plantio de árvores nativas nos municípios do oeste da Bahia

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Entrega de mudas em Correntina
No mês de junho, quando foi celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, os agricultores do oeste da Bahia, por meio da Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa) e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e SLC Agrícola, promoveram a doação de um total de 2850 mudas de árvores nativas para as cidades de Cocos, Correntina, Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves e Wanderley.
A secretária de meio ambiente de Correntina, Regina de Castro, explica que as mudas estão sendo doadas para arborização das praças da cidade, das margens dos rios, dos povoados e zona rural que têm interesse de plantar, cuidar e acompanhar o crescimento de cada espécie. “Fomos contemplados com mil mudas e que vão fazer a diferença na vida dos correntinenses. Agradecemos a parceria dos agricultores por mais essa ação”, afirma.
Para Anderson Pletsch, gerente da unidade de produção da SLC Agrícola, essa parceria entre o setor agrícola com ações diretas de meio ambiente somente reforçam a relação do produtor rural com a preservação do meio ambiente. “A entrega das mudas está incorporado à missão da SLC Agrícola de impactar positivamente as gerações futuras, sendo líder mundial em eficiência do negócio agrícola e respeito ao planeta”, afirma.
Além do incentivo ao plantio de mudas, os agricultores estão garantindo a recuperação de nascentes de rios com a capacitação de técnicos da prefeitura e da população local. Para o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, esta ação demonstra, mais uma vez, a interação entre a produção agrícola e o meio ambiente.
“Iniciamos este ano o trabalho de recuperação de nascentes de rios, e um estudo recente da Embrapa comprovou que os agricultores por meio das áreas de preservação dentro das suas propriedades são quem mais conservam a biodiversidade na Bahia e no Brasil”, afirma Busato, ao citar também os trabalhos de certificação socioambiental das propriedades e o estudo que vem sendo desenvolvido para quantificar o quanto se tem de água no aqüífero do oeste da Bahia.
Assessoria de Imprensa Abapa

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